Reason code Mastercard 4837: o que significa e como se defender
O código 4837 da Mastercard trata de transação não autorizada pelo portador. Veja os requisitos, as rotas de defesa e os prazos.
O que é o código 4837 e quando ele se aplica
O código 4837, “No Cardholder Authorization”, é aberto quando o portador diz ao banco emissor que não autorizou uma transação. Ele aparece principalmente em transações sem cartão presenteSão compras em que o cartão físico não é lido na maquininha, como e-commerce, venda por telefone ou por correio.. Também pode alcançar uma compra presencial que não esteja nas regras mais específicas de fraude com chip.
Para o emissor abrir um 4837 válido, todos estes requisitos precisam estar presentes:
- O portador negou a autorização. A declaração precisa constar em e-mail, carta, mensagem ou no Form 0412É o formulário de fraude que o emissor preenche a partir de uma conversa com o portador para registrar que ele não autorizou a transação.. Em cartão corporativo, a declaração pode vir da empresa ou do órgão público que já não emprega o portador autorizado.
- A fraude foi reportada à Mastercard. Antes do chargeback, o emissor precisa registrar a transação no Fraud and Loss DatabaseÉ a base de fraudes da Mastercard, dentro do Fraud Center. O emissor precisa registrar nela a transação disputada para poder abrir o 4837. no máximo até a data da disputa.
- A disputa foi aberta no prazo. A regra geral dá ao emissor 120 dias corridos a partir do Central Site Business DateÉ a data comercial registrada pela Mastercard no processamento da transação. Ela conta como o dia zero do prazo de 120 dias. da transação.
- Nenhuma exclusão se aplica. A transação não pode estar em uma das situações que a Mastercard reserva a outro código ou considera inelegíveis para o 4837.
Fonte dos requisitos: Mastercard Chargeback Guide, Merchant Edition, “Issuer Chargeback” e “Time frame”, pp. 497–499.
Nas exclusões, a lógica se inverte: basta uma para impedir ou derrubar o 4837. As mais importantes para um lojista brasileiro são:
- A autenticação ou a verificação já protege a transação. Isso inclui autorização com os indicadores 211, 212, 217 ou 242, como no Identity CheckÉ o serviço da Mastercard baseado em 3-D Secure. Quando a autenticação e a aprovação ficam registradas com os indicadores exigidos, a responsabilidade pela fraude passa ao emissor., além de PIN ou verificação do portador no próprio dispositivo. Contactless em terminal não assistido também invalida a disputa quando o valor não supera o limite de CVMCVM significa método de verificação do portador. O limite de CVM é o valor até o qual uma transação contactless pode dispensar uma verificação adicional, conforme a região e a moeda. aplicável.
- A operação pertence a outro tipo de disputa. Fraude presencial com leitura do cartão segue pelo 4870 em caso de contrafação ou pelo 4871 em caso de perda, roubo ou cartão não recebido. Tomada de conta, solicitação fraudulenta de cartão, cobrança posterior separada, chamada addendumÉ uma cobrança separada feita depois de uma transação válida entre o mesmo lojista e o mesmo portador., e certos bens digitais de até USD 25 também têm tratamento próprio.
- O produto ou o terminal está fora do código. Entre as alternativas estão caixa eletrônico, saque emergencial, compra com saque, QR apresentado pelo consumidor, certos terminais de autoatendimento classificados pela Mastercard, Mastercard Commercial Payments Account, Corporate Purchasing Department Account Program, Mastercard Agro Card emitido e usado no Brasil e Mastercard Biometric Card com biometria bem-sucedida.
- Uma das barreiras de fraude foi atingida. O 4837 é inválido se o emissor aprovou a compra depois de dois ou mais chargebacks de fraude anteriores na mesma conta ou se o contador do FNSFraud Notification Service é o mecanismo da Mastercard que registra a data e a quantidade de chargebacks de fraude da conta. Aqui, ele impede a disputa quando uma das duas barreiras da regra é atingida. chegou a 36 ou mais.
- A disputa já perdeu o fundamento processual. Basta ter sido aberta depois de 120 dias, já existir reembolso aplicável à mesma compra ou o portador ter desistido da contestação.
Fonte das exclusões: Mastercard Chargeback Guide, Merchant Edition, “Transactions ineligible for chargeback”, pp. 489–493, e “Invalid chargeback”, pp. 515–522.
Quanto tempo cada parte tem no Mastercard 4837
1 bloco representa 10 dias corridos.
- EmissorAbrir o chargeback 4837A contagem começa quando a transação é processada pela Mastercard.Até 120 dias corridos
- AdquirenteEnviar a segunda apresentação com a defesa do lojistaA contagem começa quando o chargeback é liquidado ou processado pela Mastercard.Até 45 dias corridos
- AdquirenteAnexar no Mastercom os documentos que sustentam a defesa (10 dias no Maestro e no CNP de cartão Maestro sem BIN Mastercard)A contagem começa quando é gerado o chargeback ou a segunda apresentação que exige o documento.Até 8 dias corridos
- EmissorResponder à segunda apresentação do adquirenteA contagem começa quando a segunda apresentação do adquirente é liquidada ou processada pela Mastercard.Até 30 dias corridos
- AdquirenteResponder à pré-arbitragem antes do aceite automáticoA contagem começa quando o emissor envia o caso de pré-arbitragem no Mastercom.Até 30 dias corridos
- EmissorPedir que a Mastercard decida o caso, fora de caixa eletrônico e MaestroA contagem começa quando o adquirente rejeita a pré-arbitragem.Até 15 dias corridos
Quem abre a disputa e o que acontece depois
O emissor abre o 4837 no MastercomÉ o sistema da Mastercard em que o emissor registra a disputa e o adquirente apresenta a resposta e os documentos.. O lojista não responde diretamente à Mastercard: ele entrega os registros ao adquirente, a instituição que o conecta à rede de pagamentos.
Se o emissor usar o Form 0412, o formulário precisa resultar de uma conversa com o portador. Antes do chargeback, o emissor também precisa fechar a conta e bloqueá-la em seu sistema. Quando a regra exigir, precisa listar o número da conta no Mastercard Stand-in Account File com a resposta “capture card” por 180 dias ou até o vencimento do cartão, o que ocorrer primeiro. A própria regra dispensa essa última listagem para cartão emitido na América Latina e Caribe quando a transação não ocorreu em um terminal de autoatendimento nível 2, identificado como CAT 2.
Depois do chargeback, o adquirente pode aceitar a responsabilidade ou registrar uma segunda apresentaçãoÉ a resposta formal do adquirente ao chargeback. Nela, o adquirente escolhe um fundamento permitido pela Mastercard e apresenta os registros exigidos para esse caminho. em até 45 dias corridos. Para responder, precisa escolher exatamente um fundamento aceito pela Mastercard e usar o código correspondente.
Se o emissor mantiver a disputa, abre a pré-arbitragemÉ a etapa em que o emissor pede nova análise depois da segunda apresentação, antes de a Mastercard decidir o caso.. Essa etapa é obrigatória no 4837, salvo para caixa eletrônico e Maestro. O adquirente pode aceitar ou rejeitar com um contra-argumento; se não agir em 30 dias, o Mastercom aceita o caso automaticamente. Depois de uma rejeição, o emissor pode levar o caso à arbitragem da Mastercard.
Fonte da abertura e do fluxo: Mastercard Chargeback Guide, Merchant Edition, pp. 497–499, 522–523 e 559–563.
Os documentos que sustentam o chargeback ou a segunda apresentação devem entrar no Mastercom em até 8 dias corridos da geração da etapa que os exige. O prazo é de 10 dias para Maestro e para transação sem cartão presente com cartão Maestro sem BIN Mastercard no Single Message SystemÉ o sistema da Mastercard em que autorização e liquidação são processadas em uma só mensagem. Para o cartão Maestro sem BIN Mastercard, ele altera esta janela documental de 8 para 10 dias.. O número completo do cartão não pode aparecer: somente os quatro últimos dígitos. Além disso, a Mastercard não considera documento de segunda apresentação enviado apenas depois da abertura da pré-arbitragem ou da arbitragem.
Fonte das regras documentais: Mastercard Chargeback Guide, Merchant Edition, “Supporting Documentation”, pp. 495–496.
Antes da defesa, confira se esta disputa é inválidaUma única condição comprovada basta para contestar a validade.
- A transação foi autenticada com transferência de responsabilidade: o campo DE 48 se42 sf1 (posições 1-3) traz 211, 212, 217 ou 242, como no Identity Check ou no pagamento remoto seguro DSRP. Isso também alcança transação iniciada pelo lojista, remessa parcial ou recorrência vinculada à compra autenticada.
- Houve PIN ou verificação do portador no próprio dispositivo (CDCVM), ou a transação foi presencial assistida com leitura do cartão. Nesse último caso, a fraude por contrafação segue pelo 4870; perda, roubo ou cartão não recebido seguem pelo 4871.
- Foi uma compra com saque, um saque sem compra, uma transação Mastercard por correio, telefone ou e-commerce com CVC2 inválido — o código de segurança enviado na autorização — que o emissor aprovou, um QR apresentado pelo consumidor corretamente identificado ou uma transação agregada de transporte contactless dentro do limite de verificação do portador.
- Foi uma transação em caixa eletrônico, saque emergencial ou reembolso de cheque de viagem; terminal de autoatendimento CAT nível 1 ou 3; contrafação em CAT nível 2 aprovada com leitura integral e não editada do cartão; ou abastecimento com leitura do cartão em CAT 2 híbrido (MCC 5542), classificado como cartão não recebido, dentro do limite de verificação do portador.
- O caso foi reportado ao Fraud and Loss Database como tomada de conta ou solicitação fraudulenta de cartão; ou a transação foi feita com Mastercard Commercial Payments Account, Corporate Purchasing Department Account Program, Mastercard Agro Card no Brasil ou Mastercard Biometric Card com verificação biométrica bem-sucedida.
- Foi uma transação addendum, ou uma compra de bem digital em e-commerce de até USD 25 sem controles de compra. Esses casos seguem pelo 4853, quando os requisitos desse código são atendidos.
- Uma das barreiras do FNS ocorreu: o emissor aprovou a transação depois de dois ou mais chargebacks de fraude anteriores na conta, ou o contador FNS ultrapassou 35, isto é, chegou a 36 ou mais.
- A transação contactless ocorreu em terminal não assistido e o valor foi igual ou inferior ao limite de CVM aplicável.
- O emissor não reportou a transação ao Fraud and Loss Database no máximo até a data do chargeback. Ao analisar a data gravada na base, a Mastercard considera o requisito atendido dentro de uma tolerância de três dias para o processamento do reporte.
- A disputa foi aberta fora da janela de 120 dias, já havia reembolso ou crédito aplicável à mesma transação, ou o portador desistiu da contestação.
Fonte:Mastercard Chargeback Guide, Merchant Edition (19 mai 2026), pp. 489-493 (Transactions ineligible for chargeback), 497-499 (Issuer Chargeback e Time frame) e 515-522 (Invalid chargeback)
Como reduzir o risco desse código
O guia não traz uma lista separada de prevenção para o 4837. Estas medidas decorrem diretamente das exclusões e das rotas de segunda apresentação:
- Autentique a compra online e guarde a resposta. O Identity Check só afasta o 4837 quando os indicadores exigidos e a aprovação do emissor aparecem nos registros da autorização.
- **Trate AVSAddress Verification Service é o serviço que compara o endereço informado na compra com o cadastro do emissor. As respostas X e Y são as respostas positivas aceitas nesta defesa. como uma combinação de dois controles. Obtenha resposta X ou Y e envie a mercadoria exatamente ao endereço confirmado. Um elemento sem o outro não completa a defesa.
- Não confunda cadastro com prova. A compra como convidado elimina a rota de evidência convincente de e-commerce, correio ou telefone. Fora do modo convidado, o cadastro ainda precisa mostrar o método de autenticação e vir acompanhado de pelo menos um registro aceito.
- Preserve os registros na hora da venda. Autorização, autenticação, endereço, aceite dos termos, entrega, comunicação e uso do serviço precisam ser vinculados à transação. O adquirente não pode corrigir a ausência desses dados apenas na pré-arbitragem.
Fonte dos controles que formam a defesa: Mastercard Chargeback Guide, Merchant Edition, “Acquirer Second Presentment”, pp. 499–522.
Evidências de defesa que o lojista precisa reunir
Antes de juntar documentos, identifique o caminho que realmente se aplica. A segunda apresentação usa um fundamento por vez. Dentro desse fundamento, preserve a lógica indicada pela Mastercard: “pelo menos um” significa que uma alternativa completa basta; “todos” significa que a falta de um item derruba aquele caminho. Provas de rotas diferentes não compensam um requisito ausente.
- Autenticação, PIN ou contactless: pelo menos uma das três rotas. A primeira exige os indicadores 211, 212, 217 ou 242 no campo de autenticação, aprovação do emissor e, quando a posição 3 for 1 ou 2, a marca SL 1 ou SL 2 no DE 72É o campo da mensagem Mastercard em que o adquirente registra o texto exigido para identificar a rota de defesa, como a data e o código de aprovação. . A segunda exige o PIN na mensagem de autorização. A terceira vale para contactless em terminal não assistido, dentro do limite de CVM, com data e código de aprovação informados no DE 72.
- AVS: todos os requisitos. O registro precisa mostrar resposta X ou Y na autorização e o lojista precisa provar que enviou a mercadoria exatamente ao endereço confirmado. Essa rota não está disponível para Maestro nem para transação doméstica na China continental.
Fonte das rotas de autenticação, PIN, contactless e AVS: Mastercard Chargeback Guide, Merchant Edition, pp. 501–504 e 515–520.
- E-commerce, correio ou telefone: pelo menos uma alternativa completa. A evidência convincenteÉ a categoria formal de documentos que liga o portador à transação e permite ao adquirente responder com o código 2700. pode ser um recibo assinado, confirmação de cadastro para entrega eletrônica, correspondência que demonstre participação, declaração do local de retirada ou o conjunto exigido para uma cobrança relacionada a uma compra autenticada. Na rota do cliente cadastrado, são obrigatórios o cadastro com método de autenticação e pelo menos um apoio, como compra anterior não contestada, dispositivo e IP cadastrados, entrega assinada ou prova de uso. Nenhuma dessas alternativas vale se a compra foi feita como convidado.
- Companhia aérea sem cartão presente: pelo menos uma de seis provas. Valem bilhete ou cartão de embarque com o nome do passageiro; manifesto ou itinerário; cobrança adicional ligada ao voo; identificação que vincule passageiro e portador; crédito de milhas; ou prova de entrega do bilhete no endereço informado pelo portador.
- Cobrança recorrente ou parcelada sem cartão presente: todos os requisitos. O pacote precisa trazer descrição do que foi fornecido; início do acordo, data e código da autorização original; os dados da transação iniciada pelo portadorSão os dados da compra original, também chamada CIT. A regra os exige quando a autorização registrou SLI 212 ou 242, ou validação positiva do CVC2 com resultado M. quando esses indicadores existirem; e identificação da cobrança como recorrente ou parcelada, ou prova do aceite dos termos.
Fonte das três rotas de evidência convincente: Mastercard Chargeback Guide, Merchant Edition, “Compelling evidence”, pp. 505–508.
- Reembolso anterior: todos os requisitos. O crédito precisa ter sido processado antes da segunda apresentação, estar ligado à transação disputada e ser informado nessa própria etapa com data e referência. Se for parcial, a disputa pode continuar pelo saldo. Um reembolso feito ou documentado apenas depois não completa o código 2011.
- Pagamento de jogo: todos os requisitos. Depois da transação contestada usada para adicionar saldo, a mesma conta precisa ter recebido pelo menos uma Gaming Payment TransactionÉ a transação que devolve à conta um valor de jogo ou aposta e aparece na Mastercard como C04-Gaming Repay. Aqui, ela precisa ocorrer depois do pagamento contestado e não pode ter sido disputada.. Para cada crédito, o adquirente apresenta data, número de referência e valor.
- No-show ou addendum: todos os requisitos do caminho escolhido. No no-showÉ a cobrança de uma reserva garantida quando o cliente não comparece., são obrigatórios o texto “No show”, os quatro últimos dígitos do cartão, o nome do portador e o número da reserva. No addendum, é preciso provar a participação na transação original e a responsabilidade do portador pela cobrança posterior.
- Chargeback inválido: pelo menos um fundamento independente. Podem bastar, por exemplo, a falta de reporte ao Fraud and Loss Database, uma das barreiras do FNS, PIN, contactless não assistido dentro do limite, duplicidade, abertura fora do prazo ou documentação ligada a outro caso. Para a falta de reporte, considere a tolerância de três dias que cobre o processamento do registro na base. Cada fundamento usa o código e os registros indicados para ele.
Fonte das rotas de reembolso, jogo, no-show, addendum e invalidade: Mastercard Chargeback Guide, Merchant Edition, pp. 499–501 e 509–522.
Perguntas frequentes
Quando a Mastercard usa o código de chargeback 4837?
O emissor usa o 4837 quando o portador afirma que não autorizou a transação. A declaração precisa ser documentada, a fraude precisa ser reportada ao Fraud and Loss Database no prazo da regra e nenhuma condição de exclusão pode estar presente.
O código 4837 vale para uma transação autenticada por 3-D Secure?
Não quando a autorização registra corretamente um dos indicadores 211, 212, 217 ou 242 da Mastercard, como no Identity Check. PIN ou CDCVM também impedem o 4837. Para contactless, a rota específica exige terminal não assistido e valor igual ou inferior ao limite de CVM aplicável.
Qual é o prazo de resposta a um chargeback 4837?
O adquirente tem 45 dias corridos da Data de Liquidação ou do Central Site Business Date do chargeback para registrar a segunda apresentação. Os documentos exigidos devem entrar no Mastercom em até 8 dias corridos; o prazo é de 10 dias para Maestro e para cartão Maestro sem BIN Mastercard em transação sem cartão presente no Single Message System.
Uma resposta positiva do AVS basta para defender o lojista?
Não. Os dois requisitos são obrigatórios: resposta AVS X ou Y na autorização e prova de que a mercadoria foi enviada exatamente ao endereço confirmado pelo AVS.
A compra como convidado muda a defesa?
Sim. A rota de evidência convincente para e-commerce, venda por correio ou telefone fica indisponível por inteiro quando o cliente compra como convidado. O cadastro também não basta sozinho: é preciso provar o método de autenticação e apresentar pelo menos um dos documentos de apoio enumerados pela Mastercard.
Quando o limite de fraude impede a abertura do 4837?
Basta uma das duas barreiras. O 4837 é inválido se o emissor aprovou a transação depois de dois ou mais chargebacks de fraude anteriores na mesma conta, ou se o contador FNS ultrapassou 35, isto é, chegou a 36 ou mais.
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